quinta-feira, 17 de junho de 2010

4o Seminário Regional de RH do Oeste da Bahia

Estaremos realizando em 11.09.2010 em Luis Eduardo Magalhães-BAHIA, a quarta edição do nosso seminário de Recursos Humanos.
Abordaremos neste ano temas como "a retenção de talentos nas empresas" e ainda "a necessidade das empresas de treinarem internamente seus funcionários" em virtude da de já não existirem mais profissionais suficientemente treinados para serem alocados às novas profissões geradas neste século.

Participe e aproveite esta oportunidade para agregar valor à sua carreira e incrementar sua rede de contatos. Profissionais de alto nível se farão presentes ao evento.

Contatos pelo telefone : 077.3639.0272

domingo, 13 de junho de 2010

"Pesquisa mostra que cerca de 70% dos empresários não conseguem contratar gente qualificada

Justamente no momento em que está crescendo, o mercado de trabalho brasileiro está carente de profissionais qualificados.

Mais de 67% das empresas brasileiras estão com dificuldade para contratar. Para fisgar o especialista que está livre, os empregadores fazem de tudo. Chegam a oferecer salários bem atrativos, que ultrapassam R$ 7 mil.

Uma pesquisa da Fundação do Cabral mostra que a escassez de mão de obra especializada, que antes atingia muito a construção civil, espalha-se também por setores como o automobilístico, ferroviário, moveleiro, siderurgia e metalurgia, transportes e serviços. O estudo foi feito com as 76 maiores companhias do país, que afirmam que apesar dos 8 milhões de desempregados no Brasil há uma grande demanda por trabalhadores.

E como em todo o país, o apagão de mão de obra também ocorre no Espírito Santo. Falta gente preparada em vários segmentos, como a construção civil, a meltamecânica, o administrativo e até na indústria da moda.

Um dos principais problemas por aqui está em contratar profissionais com especialização em gerenciamento. Esses especialistas estão em extinção em muitas áreas produtivas.

"O mercado quer pessoas com capacidade para fazer algo diferente. No setor de desenvolvimento de recursos humanos, por exemplo, as empresas não encontram profissionais capazes de trabalhar com o desenvolvimento de pessoas. No setor financeiros está difícil de achar pessoas para trabalhar com investimentos e produção de orçamentos", afirma o vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos e diretor de Desenvolvimento Pessoal da Lorenge, Nilson da Silva.

Segundo ele, arquitetos e engenheiros da construção civil, com especialização em redução de custos, são tão procurados que chegam a ganhar por mês uma remuneração de R$ 7 mil.

Na indústria, há uma grande falta de técnicos. "O setor industrial no Estado está em franca expansão e temos a carência de especialistas em planejamento, controle e manutenção.

As empresas querem contratar, no entanto não acham os profissionais preparados para a função. Muitas ficam sem aumentar a produtividade por não achar trabalhador capacitado", explica o presidente da Findes, Lucas Izoton."

Notícia publicada em 05/06/2010 pelo A Gazeta - ES. Autora: Mikaella Campos.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O RH após a crise

Um estudo lançado em Janeiro de 2010 pelo professor espanhol JoséRamon Pín, presidente do Centro de Estudos Internacionais sobre Organizações do IESE, escola de negócios de Navarra, na Espanha, recomendou o gerenciamento do capital humano, para tomar boas decisões na hora de demitir, aliada à necessidade de contratar pessoas multifuncionais.
Nos países latinos, especialmente Espanha e Portugal, as áreas de recursos humanos estão se especializando na redução de pessoas. Nos países em que a saída da crise já está clara, o RH está buscando formar uma imagem de bom empregador, para atrair talentos. É a situação do Brasil.

Pín ainda cita que é necessário preparar bons chefes, através da formação dinâmica de lideranças. Não é a toa que há uma tendência de buscar diretores de RH que não são especialistas na área. Para entender a empresa a pessoa deve conhecer o negócio por dentro, precisa ter autoridade para defender práticas e políticas junto à direção. E conclui dizendo que " o verdadeiro diretor de Recursos Humanos, no final das contas, é a direção-geral, que se apoia em pessoas do RH.

Converso com muitos profissionais de RH no Oeste da Bahia, e muitos, quando convidados à participar ativamente nas associações de classe - incluimos aqui a ABRH - e também dos cursos voltados à formação necessária ao RH, justificam sua ausência através do "excesso de trabalho, fechamento de folha de pagamento, ausência de tempo". Transferem assim a responsabilidade aos outros, dando a entender não terem vislumbrado ainda que a gestão de pessoas passou a ser prioridade na Gestão das empresas.

Há uma crise generalizada de profissionais da área de RH no Brasil inteiro, diz Jack Welch, ex-CEO da GE, uma das maiores empresas do mundo, quando nos fala que " É preciso esperar uma mudança de atitude da comunidade de RH. Os profissionais da área não podem mais ser passivos".
Menos mal portanto quando podemos observar que nossa região não é a única que sofre deste mal.
A pergunta porém é: até quando esperar? Até ser tarde demais e fazermos parte do contingente de profissionais despreparados para o mercado? Ou buscar a ação desde já através da participação ativa no desenvolvimento dos profissionais da Região Oeste da Bahia?
Tempo todos temos. É apenas uma questão de definir prioridades. Qual a sua?